8 de ago de 2011

E então, Charlie Brown...

E o amor, hein?

Sempre fui guiada por sentimentos, deixava a emoção falar mais alto e decidir o que seria feito.
Muitas vezes me dei bem, mas foram muitas as vezes que me dei mal também.
Hoje sou 60% razão, 30% confusão e 10% emoção.
Preferi assim, não sofro tanto como antes... talvez faça um e outro sofrer, mas é preciso.
Não digo que é a combinação perfeita, ás vezes sinto falta de um pouco de sentimento. Ás vezes não queria ser tão realista e fria, ás vezes queria demonstrar o que sinto... mas o mundo é mal e as pessoas são piores ainda.
Uns não ligariam para o que você sente, te ignorariam. Esses seriam os mais sensíveis.
Porque os outros diriam coisas lindas, prometeriam mundos e fundos, sonhariam com você sorrisos e momentos bons e planejarariam o felizes para sempre, mas assim que se cansassem iriam simplesmente dizer: adeus.
Nunca fui abandonada por um amor, nunca passei por isso mas acho que meu medo de que isso aconteça é tão grande que me tranco com 7 chaves e não deixo meus sentimentos ás claras com ninguém, nem mesmo comigo.
Prefiro nem sentir e nem me permito... quando vejo que amo, que me importo, que está se tornando mais importante do que o limite que estabeleci: está na hora de acabar.
Acabar antes que não tenha volta, antes que me torne dependente de um sorriso, de um contato, de um beijo. Antes de que eu ame, mais do que sou amada. Eu só evito um sofrimento futuro, com um outro agora.





Entende?

2 comentários:

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